Uma pessoa comum consegue ficar apenas entre dois e três minutos sem ar antes que a falta de oxigenação no cérebro provoque um desmaio, ativando um mecanismo de proteção do corpo que faz o indivíduo voltar a respirar espontaneamente.

 

Para driblar essa regra do organismo humano, recordistas em mergulho em apneia usam métodos que ajudam a armazenar mais ar nos pulmões e melhoram a concentração, já que atividade cerebral (o famoso pensar demais) também consome oxigênio. 

 

Os mergulhadores que praticam apneia costumam quebrar recordes onde ultrapassam o limite de 3 minutos. Budimir Šobat, o atual recordista mundial de apneia, por exemplo, realizou o feito de prender sua respiração por 24 minutos e 33 segundos em 29 de dezembro de 2020.

 

No Brasil, a mergulhadora Karol Meyer é uma grande recordista do esporte, com registro, inclusive, no Guinness World Records com seu mergulho realizado na categoria feminina de apnéia estática com preparação de O2, em que alcançou o memorável tempo de 18 minutos 32 segundos e 59 décimos.

 

Embora o mergulho em apneia esteja voltado para a prática mais esportiva, também é possível usar dessas técnicas para a prática recreativa de mergulho. Controlar a respiração e manter uma resistência física também é ideal para a realização das atividades de mergulho com cilindro ou com snorkel. 

 

Fonte: SuperInteressante 

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